Paula Borghi | Energia Vital

Mestranda em Artes Visuais na linha de pesquisa de História e Crítica de Arte pelo PPGAV/UFRJ e Bacharel em Artes Visuais pela FAAP. Foi curadora adjunta da 11# Bienal do Mercosul (Porto Alegre, 2018), curadora convidada do Centro Cultural Hellerau no Projeto Brasil (Dresden, Alemanha, 2016), assistente curatorial de Ibis Habascal na 12# Bienal de La Havana (Cuba, 2015) e curadora da Residência Artística do Red Bull Station (São Paulo, 20013-2015). Foi co-idealizadora do espaço independente Saracura (Rio de Janeiro, 2016-2018) e idealizadora da biblioteca itinerante de publicações de artistas latinos Projecto MULTIPLO (2011-2017) premiada pelo Rumos Itaú Cultural em 2015-2016 (http://projectomultiplo.blogspot.com/p/sobre-o-prometo.html). Nos anos de 2015 e 2016 trabalhou com o Instituto Goethe no projeto Jogos do Sul, que teve como objeto de pesquisa os I Jogos Mundiais Indígenas, Palmas. Realizou exposições na Alemanha, Argentina, Cuba, Chile, Colômbia, Equador, México, Porto Rico e Uruguai. Recentemente desenvolveu uma pesquisa sobre o acervo da Cidade de São Paulo para exposição no CCSP, em suspensão pela pandemia.


Diante do desafio de se adequar a outros modos de vida, pensar, trabalhar ou se relacionar com arte é atuar pela manutenção do estado de felicidade. Como sabiamente disse a artista francesa Louise Bourgeois: Art Is a guaranty of sanity. Em momentos distópicos como o que estamos vivendo, a arte é uma ferramenta de imaginação crítica de valor inestimável. Capaz de desenhar outras projeções de mundo, pode-se dizer que a arte é uma linguagem que ativa afetos potencializadores da vida. Por acreditar na força que certas proposições artísticas despertam, esse roteiro apresenta 8 obras (8 enquanto o número do infinito) que ativam em nossos corpos a energia vital.

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