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Conversas ArtRio do dia 15/9, quinta-feira, já disponíveis!

10/10/2022 - Por ArtRio

As Conversas ArtRio de quinta-feira, 15 de setembro, já estão disponíveis online para serem vistas e revistas o quanto quiser! Apresentada pelo Instituto Cultural Vale, a programação – que contou com artista, curadores, pesquisadores e galeristas consagrados do meio – promoveu rodas de debates e bate-papos ao vivo durante os dias da feira sobre os principais temas do setor.

Na quinta-feira, primeiro dia das Conversas na feira, tivemos três mesas Vozes do Labirinto, Arte e educação como ferramenta de transformações sociais e Articulações artísticas para potencializar a vida, todas elas contando com interpretes de libra garantindo a acessibilidade do evento.

 

Vozes do Labirinto | Quinta, 15 de setembro, 14h >>> ASSISTA!

O escritor André Di Kabulla e o artista Wallace Pato conversam com a roteirista Juliana Aragão e o jornalista André Nigri sobre o livro de contos Vozes do labirinto em relatos suburbanos, uma publicação da Editora Philos.

 


Arte e educação como ferramenta de transformações sociais | Quinta, 15 de setembro, 16h >>> ASSISTA!

Uma conversa entre Andrea Hygino, Thelma Vilas Boas e Marina Sousa sobre as possibilidades e os desafios de educar além dos padrões e ferramentas tradicionais de educação. Como a arte, como obra ou ação ativa, pode somar, questionar e repensar na ampliação e potencialização das esferas educativas. Mediação de Gabriela Davies, co-idealizadora da Potência Ativa.

Thelma Vilas Boas é fotógrafa e pedagoga com mestrado em Artes Visuais pela Escola de Belas Artes do RJ, pós graduação em Cinema Documentário pela FGV e, desde 2012 participa de espaços independentes como a Residência Artística CAPACETE RJ com o projeto LA BOCA_2015 e o espaço SARACVRA (RJ) com a Lanchonete <> Lanchonete_2017. Em 2016 participou do Move Arts Japan, iniciativa do curador Masato Nakamura, Museu 3331, Tokyo, para ativar espaços de cultura em regiões periféricas do Japão. Em 2018 a Lanchonete <> Lanchonete ocupa o Bar Delas no Território da Gambo. Foii convidada pela Faculdade de Artes da UFF para ministrar 6 meses de aula, onde propôs a disciplina Práticas Artísticas para Além do Dispositivo Clássico de Exibição. Em 2019 participou da residência artística Casa do Povo: uma instituição do comum com o trabalho DESLOCAR É PRECISO ativando a interlocução entre a Casa do Povo, a Ocupação 9 de Julho e ocupações adjacentes à L<>L, ela e mais 6 crianças da Pequena África viajaram de ônibus até SP, se hospedaram na Ocupação 9 de Julho e vivenciaram juntes a experiência de residência artística. Contribuiu como artista convidada no curso DESILHA na CIDADE do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da EBA RJ. Atualmente é presidente da Associação Cultural Lanchonete <> Lanchonete, gestora dos programas desenvolvidos na Lanchonete, atuando no campo da arte e coordenando com toda família Lanchonete as práticas artísticas pedagógicas da ESCOLA POR VIR.

Andrea Hygino atua como artista e arte-educadora. Bacharela em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da UERJ e Mestra em Linguagens Visuais, pelo PPGAV- EBA- UFRJ. Foi professora substituta de desenho na Escola de Belas Artes da UFRJ. Frequentou o ateliê de gravura da EAV Parque Lage como aluna-monitora no curso do artista João Atanásio e integrou o projeto de extensão universitária Experiências Indiciais, coordenado pela Profª. Drª. Inês de Araujo (UERJ), no ateliê de gravura da UERJ.Atualmente, leciona desenho no Estúdio Belas Artes e experiências gráficas no Centro Cultural Lanchonete<>Lanchonete.
Sua pesquisa artística atravessa diferentes linguagens (escultura, desenho, fotografia, performance) e tem como principal interesse o campo da gravura. A operação de gravar, ferir uma superfície, produzir uma marca sobre um suporte se revela em seu trabalho enquanto vontade de arquivo, de inscrição de memórias. Bem assim, as especificidades dos processos gráficos, como repetição (e diferença), espelhamento e o gesto mecânico, ensejam a discussão sobre aparelhos do adestramento escolar: folhas pautadas, exercícios de caligrafia, cadeiras para destros, carimbos didáticos.

Marina Souza faz a Coordenação do projeto ArtRio Educação, um projeto realizado pela ArtRio e pela Aliansce Sonae, que tem como objetivo levar a arte e possibilitar o conhecimento sobre artistas e movimentos para os mais diversos públicos. Em 2022, o projeto celebra o centenário da Semana de Arte Moderna com a mostra “Caminhos da Arte Moderna Brasileira”. Com curadoria da professora e doutora em História da Arte Fernanda Lopes, a mostra está percorrendo cinco shoppings do estado do Rio de Janeiro de junho a setembro.

 


Articulações artísticas para potencializar a vida | Quinta, 15 de setembro, 18h >>> ASSSISTA!

Um debate, que será mais uma troca e fomento de ideias, sobre como através da arte podemos atuar ativamente nas urgências do mundo. Como o mercado, somando ao papel subjetivo dos questionamentos levantados nos trabalhos e pesquisas artísticas, pode atuar efetivamente gerando recursos para iniciativas sociais que lutam na diminuição das desigualdades sociais. Participam do debate Roched, do Instituto Vida Livre, Paula Borghi e Gabriela Davies, da Potência Ativa, e a artista Laura Lima.

Roched Seba é pintor e diretor do Instituto Vida Livre, que trabalha na reabilitação de animais silvestres.

Paula Borghi é curadora e mestre em Crítica e História da Arte pela UFRJ. Sua pesquisa é voltada para ações que trabalham com arte e sociedade, colaborando em projetos que estendem a prática artística à política e que operam em comunidades e projetos sociais. Foi curadora adjunta da 11# Bienal do Mercosul, curadora convidada do Centro Cultural Hellerau no Projeto Brasil em Dresden, assistente curatorial de Ibis Habascal na 12# Bienal de La Havana e curadora da Residência Artística do Red Bull Station em São Paulo. Foi co-idealizadora do espaço Saracura e idealizadora do Projecto MULTIPLO, premiado pelo Rumos Itaú Cultural. E co-idealizadora da Potência Ativa, articulação de projetos de arte que debate as urgências do mundo e gera recursos para organizações que trabalham diariamente no front das lutas sociais.

Gabriela Davies é curadora e tem como foco a aproximação da arte ao público, estudando distintas maneiras de aproximar a comunicação entre o espaço institucional e seu meio. Ela trabalha proximamente com artistas emergentes brasileiros mas com uma perspectiva global derivada de seus estudos em Londres. Foi curadora e diretora da Galeria Aymoré (2016-2021), um espaço institucional com foco na experimentação da arte contemporânea brasileira. É formada na Central Saint Martins em estudos curatoriais e é mestre em História da Arte pela University College London. É especialista na cor rosa. E também é uma das co-idealizadoras da Potência Ativa.

Laura Lima é uma artista brasileira contemporânea. Suas obras encontram-se em coleções como Bonniers Konsthall, Estocolmo, Suécia; Instituto Inhotim, Brumadinho, Brasil; MAM Museu de Arte Moderna, São Paulo, Brasil; Migros Museum für Gegenwartskunst, Zurique, Suíça.Pinacoteca do Estado de São Paulo, Brasil. Trabalha com instalações, objetos e esculturas humanas, flertando com a linguagem da performance, mas renegando possíveis filiações ao seguimento.


Em breve estarão disponíveis as conversas dos dias 16, 17 e 18 de setembro.

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