Sobre a obra

OH 25


Ficha técnica

OH 25* 2010
Aço Inoxidável
Edição: 25 : 40
40,0 x 100,0 cm


Sobre o artista

Waltercio Caldas

Waltercio Caldas (Rio de Janeiro, 6 de novembro de 1946) é escultor, desenhista, artista gráfico e cenógrafo. Estuda pintura com Ivan Serpa (1923 – 1973), em 1964, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro – MAM/RJ. Entre 1969 e 1975, realiza desenhos, objetos e fotografias de caráter conceitual. Na década de 1970, leciona no Instituto Villa-Lobos, no Rio de Janeiro é co-editor da revista Malasartes integra a comissão de Planejamento Cultural do MAM/RJ participa da publicação A Parte do Fogo e publica com Carlos Zilio (1944), Ronaldo Brito (1949) e José Resende (1945) o artigo O Boom, o Pós-Boom, o Dis-Boom, no jornal Opinião. Em 1979, sua produção é analisada no livro Aparelhos, com ensaio de Ronaldo Brito, e, em 1982, no Manual da Ciência Popular, publicado na série Arte Brasileira Contemporânea, pela Funarte. Em 1986, o vídeo Apaga-te Sésamo, de Miguel Rio Branco (1946), enfoca a sua produção. Recebe, em 1993, o Prêmio Mário Pedrosa, da Associação Brasileira de Críticos de Arte – ABCA, por mostra individual realizada no Museu Nacional de Belas Artes – MNBA, no Rio de Janeiro. Em 1996, lança a obra O Livro Velázquez e realiza a mostra individual Anotações 1969/1996, no Paço Imperial, Rio de Janeiro, apresentando pela primeira vez seus cadernos de estudos. Representa o Brasil na 47a Bienal de Veneza em 1997, onde apresenta A série Veneza no pavilhão brasileiro. Participa da I Bienal de Artes Visuais do Mercosul, Porto Alegre, com a instalação Lugar para uma pedra mole, exposta anteriormente no evento paralelo à ECO-92, no MAM, Rio de Janeiro. [1] Em 2007 participa da 52a Bienal de Veneza – “Pensa con i sensi, senti con la mente” – expondo a obra Half mirror Sharp, no Pavilhão Itália, a convite do curador geral da bienal, Robert Storr. [2]


ANITA SCHWARTZ GALERIA

Rio de Janeiro / RJ

Anita Schwartz participa ativamente do cenário artístico brasileiro há 25 anos Após dirigir três importantes galerias, inaugurou em 1998 a galeria de arte contemporânea que leva seu nome, na cidade do Rio de Janeiro. Em 2008, a galeria foi transferida para um novo espaço com aproximadamente 700 m² de área distribuídos em três andares. No térreo está o salão principal, com 140 m² e pé direito de 6,8 m, planejado para receber mostras de grandes proporções. No segundo andar, uma sala de exposições de 96 m² e um terraço com um container destinado a vídeo-instalações, que comporta 20 espectadores.


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