Sobre a obra

Sem título

As cores e texturas exploradas pela artista em suas telas a óleo são traduzidas para a gravura utilizando técnicas diversas. No tríptico, os elementos laterais foram criados por meio de massa plástica aplicada sobre um suporte rígido, gerando texturas e relevos, e impressos em preto.

A parte central foi obtida pela superposição de duas matrizes de cobre, riscadas com lixa, uma na cor azul cerúleo, a outra em violeta permanente, produzindo como resultado um efeito de trama.

Colaboração e impressão: Selma Daffré


Ficha técnica

Técnica: gravura em metal com ponta seca e relevo em papel Hahnemühle 300g/m2
Dimensões:
( A x L) 106 x 206 cm (tríptico)
( A x L x P) 115 x 213 x 4 cm (com moldura)
Data: 2018
Edição: 10 + 1PA


Sobre o artista

Celia Euvaldo

Célia Euvaldo São Paulo, 1955 Começou seu trabalho como artista em meados dos anos 1980. Nos primeiros anos, a artista explorou majoritariamente o desenho sobre papel, até o fim da década de 1990. Desde então, a pintura se transformou em seu principal meio de expressão. Realizou suas primeiras exposições individuais em 1988, na Galeria Macunaíma, da Funarte, no Rio de Janeiro, e em 1989, no Centro Cultural São Paulo. Obteve nesse mesmo ano o primeiro prêmio do Salão Nacional de Artes Plásticas. Nos anos 90 fez exposições individuais nas galerias Paulo Figueiredo (São Paulo, 1991 e 1993) e Marília Razuk (São Paulo, 1996 e 1999), na galeria Casa da Imagem (Curitiba, 1995) e no Paço Imperial (Rio de Janeiro, 1995 e 1999). Participou de várias exposições coletivas, entre as quais o “Panorama da Arte Atual Brasileira”, no Museu de Arte Moderna de São Paulo (1990), e “Influência Poética”, no Paço Imperial (1996). Em 2001 seus trabalhos foram apresentados na 7a Bienal Internacional de Pintura de Cuenca, no Equador, e na mostra “Arte Contemporânea Brasileira”, na Galeria Nacional de Belas Artes em Pequim, China. Em 2002 participou da exposição coletiva “Tangenciando Amilcar”, no Espaço Cultural Santander (Porto Alegre). Em 2003 exibiu pinturas de grandes dimensões no Centro Universitário Maria Antonia (São Paulo). Em 2005 participou da 5a Bienal do Mercosul (Porto Alegre). Em 2006 realizou individuais na Estação Pinacoteca, em São Paulo, intitulada “Brancos”, e no Gabinete de Arte Raquel Arnaud. A editora Cosac Naify lançou em 2008 um livro sobre sua obra.


CARBONO GALERIA

São Paulo / SP

A Carbono é uma galeria que trabalha exclusivamente com edições de arte contemporânea. Através da colaboração com artistas consolidados, importantes galerias e curadores experientes, apresentamos múltiplos e prints exclusivos com a finalidade maior de expandir o mercado, criando mais oportunidades para novos colecionadores e difundindo o pensamento do artista.


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