Sobre a obra

Galhinho

2019


Ficha técnica

latão banhado a ouro.
edição de 5 + PA


Sobre o artista

Laura Vinci

Laura Vinci nasceu em 1962, em São Paulo, onde vive e trabalha.

Entre suas exposições individuais recentes estão: No ar (Museu de Arte Moderna da Bahia, Salvador, Brasil, 2013); Clara-clara (Arte na Cidade, São Paulo, Brasil, 2012); e Laura Vinci (Carpe Diem Arte e Pesquisa, Lisboa, Portugal, 2010). Participou da 26ª Bienal de São Paulo, Brasil (2004); das 2ª, 5ª e 7ª edições da Bienal do Mercosul, em Porto Alegre, Brasil (1999, 2005 e 2009); e da 10ª Bienal Internacional de Cuenca, Equador (2009). As tramas do tempo na arte contemporânea: estética ou poética? (Instituto Figueiredo Ferraz, Ribeirão Preto, Brasil, 2013); Instável (Paço das Artes, São Paulo, Brasil, 2012); Beuys e bem além: ensinar como arte (Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, Brasil, 2011); Cantiere arte ambientale(Ex-Macello, Pádua, Itália, 2010); e Intempéries ? o fim do tempo (Oca, São Paulo, Brasil, 2009) são algumas mostras coletivas que participou. Possui obras em acervos como os da Pinacoteca do Estado de São Paulo, São Paulo, Brasil; do Instituto de Arte Contemporânea Inhotim, Brumadinho, Brasil; do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, São Paulo, Brasil; e do Palazzo delle Papesse, Siena, Itália.

A prática artística de Laura Vinci inclui, primariamente, esculturas de grande porte e instalações. Os seus trabalhos são intervenções em espaços públicos e privados e insistem que os espectadores se tornem participantes do seu trabalho. Seja pendurando teias de luzes no teto, enchendo o chão de maçãs, congelando a sala de exposição ou conectando uma rede de bacias de mármore com água, a artista se interessa pela transformação, pela construção de um ambiente onde a mudança acontece diante dos olhos do espectador.

Em Máquina do mundo (2005), em exibição no Instituto de Arte Contemporânea Inhotim, Vinci instalou um monte com cinco toneladas de pó de mármore nas extremidades de uma correia montadora. Conforme os grãos da poeira são transportados pela galeria, criam um contexto inteiramente novo para um meio que tem sido usado em escultura desde a Grécia Antiga, tornando o processo, a mudança, e a transição mais importantes do que a estabilidade de um objeto estático.

Fontes:

Foto: http://f.i.uol.com.br/fotografia/2013/03/22/257978-970x600-1.jpeg

Texto: https://nararoesler.art/artists/45-laura-vinci/

 

 
 


GALERIA NARA ROESLER

São Paulo / SãO PAULO

A Galeria Nara Roesler, uma das principais galerias de arte contemporânea do Brasil, representa artistas brasileiros e latino-americanos influentes da década de 1950, além de importantes artistas estabelecidos e em início de carreira que dialogam com as tendências inauguradas por essas figuras históricas. Fundada em 1989 por Nara Roesler, a galeria fomenta a inovação curatorial consistentemente, sempre mantendo os mais altos padrões de qualidade em suas produções artísticas. Para tanto, desenvolveu um programa de exposições seleto e rigoroso, em estreita colaboração com seus artistas; implantou e manteve o programa Roesler Hotel, uma plataforma de projetos curatoriais; e apoiou seus artistas continuamente, para além do espaço da galeria, trabalhando em parceria com instituições e curadores em exposições externas. A galeria duplicou seu espaço expositivo em São Paulo em 2012 e inaugurou novos espaços no Rio, em 2014, e em Nova York, em 2015, dando continuidade à sua missão de proporcionar a melhor plataforma possível para que seus artistas possam expor seus trabalhos.


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