Sobre a obra

Sem Título


Ficha técnica

Técnica: Metal Esmaltado
Ano: 2019
Tiragem: 2 P.A. + 5


Sobre o artista

Francisco Hurtz

Vive e trabalha em São Paulo. Através da utilização de linhas e espaço vazio na superfície pictórica, o artista descontextualiza imagens e as reorganiza em sua pesquisa. Sua obra aborda a apropriação e recontextualização de imagens, passando pela Teoria Queer e as relações entre corpos e espaço. Homens que se tornam objetos de estudo, se relacionando com seus corpos sem artifícios, colocados à prova no espaço vazio para serem observados. O masculino se monta, se completa e se integra – e passa de individual a coletivo, apresentando a possibilidade de uma masculinidade contemporânea. Corpos vazios são preenchidos por complexos significados, delimitados por traços prestes a se romperem e se integrarem por completo ao ambiente. Hurtz participou de exposições no Carreau du Temple em Paris, na École Supérieure des Beaux-Arts d’Aix-en-Provence em 2005. Mostra ARSENAL no Museu de Arte Moderna e Contemporânea de Palma de Mallorca, Espanha, 2015; Espelho Refletido – Surrealismo e arte contemporânea brasileira no Centro de Artes Hélio Oiticica, no Rio de Janeiro, 2012;e vários outras mostras e publicações nacionais e internacionais. Francisco Hurtz faz parte da coleção de arte de Gilberto Chateaubriand desde 2013 e seu trabalho integra o acervo permanente do Museu de Arte do Rio (MAR) .


VERVE

São Paulo / SP

Nascida do entusiasmo e inspiração que animam o espírito da criação artística, a Verve é abrigo para diferentes plataformas de experimentação da arte contemporânea. A eloquência e sutileza que caracterizam o nome do espaço também estão presentes na cuidadosa seleção de artistas e projetos expositivos. Por entender que as linguagens artísticas compreendem processos contínuos e complementares, a galeria representa novos talentos e profissionais consagrados que transitam livremente entre a pintura, o desenho, fotografia, escultura e a gravura. Dirigida pelo artista visual Allann Seabra e o arquiteto Ian Duarte Lucas, a galeria ocupa uma casa centenária, em franco diálogo com o patrimônio construído da cidade de São Paulo. Na diversidade de seus espaços expositivos emergem possibilidades de curadoria que vão além do formato do cubo branco, estendendo-se para a rua e cumprindo a função integradora entre a arte, o público e a cidade.


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